quinta-feira, 27 de março de 2014

Playa del Carmen por Travelahead.com.br

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Playa del Carmen 

Playa del Carmen (Xaman-há, no idioma Maya) até pouco tempo atrás era somente uma pequena e paradisíaca vila de pescadores, com uma função especial: servir de ponto de partida para a peregrinação sagrada ao santuário de Ixchel, famosa Cozumel- tradição ainda hoje cultivada pelos Mayas.
A extraordinária beleza de Playa Del Carmen atrai a atenção de todo o mundo, e um dado que comprova isso é o seu crescimento populacional – bastante apoiado no turismo – que aconteceu com força a partir da década de 90. Em pouco mais de uma década, a população de Playa saltou de 10 mil para cerca de 100 mil habitantes. Imigrantes encantados do mundo inteiro, especialmente dos Estados Unidos, Europa e Canadá, além, é claro, de mexicanos que se instalaram no local para estruturar esse crescimento e amparar o turismo.

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A tranquila e pacata vila conta atualmente com hotéis exclusivos, muitos bares, restaurantes, danceterias e lojas. A famosa “quinta avenida”, que não passava de 5 quadras asfaltadas, hoje tem 3 km de calçadão iluminado e cheio de charme. Lembra um pouco a Rua das Pedras, em Búzios.
Em Playa você pode escolher entre ir a Mamitas, um ambiente jovem, com lounge music e muita gente bonita na praia, ou você pode caminhar rumo ao norte e encontrar um lugar mais tranqüilo para estender sua canga e ler um livro. Tem opção para todo perfil de viajante.
Diferentemente de Cancun, em Playa as construções hoteleiras são baixas (até 3 andares), o que permite uma integração harmoniosa com a natureza.
Os bares de praia, onde você chega, aluga uma espreguiçadeira e um guarda sol para passar o dia tranqüilo na praia com bom atendimento e boa comida, são pontos de encontro deliciosos.
Playa Del Carmen está localizada na badalada Riviera Maya, entre Cancun e Tulum, e é a opção perfeita para quem quer conhecer e experimentar o México, não só observá-lo através de uma janela de um resort.
Na verdade, quando visitamos Playa, fica fácil entender a história de tantas pessoas, como nós, aqui da Travel Ahead, que vieram, se apaixonaram e ficaram.
Em breve mais novidades por aqui. Enquanto isso, comece a planejar sua viajem com a Travel Ahead.

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quinta-feira, 20 de março de 2014

Como fugir do IOF e levar dinheiro em viagens internacionais

O ano de 2013 terminou com uma péssima notícia para todos nós, viajantes: o aumento no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 0,38% para 6,38% em várias formas de levar dinheiro para o exterior. Além do cartão de crédito, que já tinha essa taxa, passaram a pagar um imposto maior o carregamento de cartão de viagem pré-pago, cheques de viagem, compras com cartão bancário de débito e saques da conta corrente ou com cartão de crédito em outros países.
Com as novas regras, a grande pergunta passou a ser: há alguma forma de evitar o IOF de 6,38% nas viagens? Neste post vamos mostrar que sim e apontar algumas alternativas que pesquisamos ou recebemos de dicas de nossos leitores. Mas como se trata de novas regras e de um assunto bastante complexo, não pretendemos esgotar o assunto, mas convidar a imensa comunidade de leitores do MD a colaborar, com dicas e sugestões. Sem voltar à questão da mudança em si, que já foi esgotada no post anterior, é hora de juntarmos forças e buscarmos soluções que sejam úteis para todos!
1. As novas regras
Antes de mais nada, vamos esclarecer como ficou a cobrança do IOF após as novas regras divulgadas pelo Governo Federal:
- Compras ou saques com cartão de crédito: 6,38% de IOF
- Compras ou saques cartão de débito em conta: 6,38% de IOF
- Carregamento de cartão de viagens pré-pagos: 6,38% de IOF
- Compras de cheques de viagem: 6,38% de IOF
- Compra de dinheiro estrangeiro em espécie no Brasil: 0,38% de IOF
Como podemos perceber, entre todas as formas de pagamento acima a única que não teve o imposto aumentado foi a troca de reais por moeda estrangeira em casas de câmbio ou bancos.Vamos começar por ela.
2. Dinheiro em espécie
Trocar o dinheiro no Brasil passou a ser a forma mais simples e barata de custear sua viagem no exterior. De cara você economiza 6% de IOF em todas as suas compras e pagamentos. Além disso, não se preocupa com taxas bancárias, senhas e com a aceitação de cartões mundo a fora. Mas é claro que o métodos traz desvantagens, sendo a maior dela a falta de segurança e de praticidade de andar com notas e moedas durante a viagem.
Vantagens:- IOF de apenas 0,38%
- Dispensa o uso de cartões e senhas
- Melhor controle dos gastos
Desvantagens
616473_14478494- Falta de segurança (furtos e assaltos)
- Câmbio ruim (deve piorar a partir de agora)
- Falta de praticidade
- Possibilidade de pegar notas falsas
- Sobras de dinheiro no fim da viagem
Dicas- Fique atento ao limite de R$ 10 mil que podem ser levados sem declaração à receita Federal (saiba mais aqui). Cheque se há alguma restrição por parte do país que será visitado 
- Consulte na Ranking do VET no site do Banco Central as melhores taxas cotações para o câmbio antes de fazer a compra
- Escolha hotéis que tenham cofres e invista em uma bolsa para levar o dinheiro em segurança (doleira)
3. Conta no exterior
Ok, a primeira forma de pagar sua viagem não foi novidade para ninguém. Vamos então à segunda: abrir uma conta no exterior. À primeira vista parece complicado, mas bancos como Banco do Brasil e HSBC oferecem essa possibilidade de forma bem simples para seus clientes.
Quem tem conta no Banco do Brasil pode solicitar a abertura de uma conta no Banco do Brasil Americas, a filial norte-americana da instituição. Trata-se do antigo Eurobank, comprado pelo BB em 2012.
BB Americas
“Você pode ter uma conta corrente sem pagamento de tarifa desde que possua no minimo US$ 1.000 de saldo. A transferência pode ser feita de sua conta do Brasil para sua conta no exterior pela internet, com o IOF de 0,38% e dólar comercial. Você recebe um cartão de débito e pode fazer compras em sites, reserva de hotel, etc. Também pode realizar saques sem tarifas em algumas redes de ATM espalhadas pelos EUA, e pagando em media US$2″, explicou o leitor Felipe Carnot, que há tempos utiliza a conta para fugir do IOF.
Segundo ele, o cartão emitido pode ser usado para saques e pagamentos em viagens a qualquer lugar do mundo sem problemas: “Possuo a conta a mais de um ano, já fiz três viagens aos EUA e uma à Europa, e desde então não compro mais dólar nem euro, nem recarrego VTM. Fico de olho na cotação e se ela abaixa um pouco sempre transfiro (usando internet banking) um montante para minha conta lá”.
Atualização: Muitos leitores nos perguntaram sobre como abrir esta conta. Os clientes Banco do Brasil que moram aqui devem solicitar a abertura por e-mail. Acesse: http://www.bancodobrasilamericas.com/en/contact.aspx e preencha o formulário de contato. Outra dica: o valor deve ser mencionado na declaração do Imposto de Renda.
O HSBC é outra opção bem interessante para quem deseja abrir uma conta no exterior. Além dos Estados Unidos, ele oferece opções em diversos países e ainda os estende os benefícios de sua conta premier no Brasil para sua conta no exterior.
Mais informações no site do BB Americas e HSBC.
Vantagens:- IOF de apenas 0,38%
- Mais segurança e possibilidade de usar cartão
- Facilidade de movimentação via netbanking
Desvantagens
- Eventuais tarifas bancárias
- Não há como comparar taxas de câmbio: sempre será a do banco
- Ter que abrir e gerenciar uma nova conta
 4. Cartão pré-pago de empresa estrangeira
Alguns leitores citaram esta estratégia e ela é comum nos fóruns especializados em importação: cartões pré-pagos sediados no exterior. O mais comum é o Neteller. Após fazer sua conta, preenchendo um formulário simples, você abre sua conta e envia dinheiro para ela de várias formas. Até dezembro, havia muitas maneiras de fugir do IOF alto por ali, mas com as novas regras a única forma é por meio de transferência bancária internacional.
cartao-netellerVocê pode utilizar o site para compras virtuais e solicitar um cartão físico de débito Net+ para pagamentos e saques no exterior. Ele tem bandeira Mastercard e é aceito mundialmente sem problemas.
No entanto, é necessário estar atento às tarifas envolvidas, como o custo da transferência – que costuma ser de US$ 20 ou uma fração do montante, vale pesquisar – , taxa de emissão do cartão Net+  e manutenção da conta Neteller em caso de inatividade. Ainda assim é uma maneira de driblar o IOF alto.
Vantagens:- IOF de 0,38% (nas transferências internacionais)
- Cartão pré-pago, o que facilita o controle dos gastos
- Facilidade em fazer o cadastro e usar a conta

Desvantagens
- Taxas
- Necessidade de envio de cópias de documento para pedir o cartão
- Necessidade de fazer remessas internacionais
- Taxa de câmbio ruim
5. As outras alternativas
Uma regra de ouro em viagens internacionais é sempre ter mais de uma opção de pagamento. Jamais viaje contando apenas com o cartão de crédito, de débito ou apenas com dinheiro em espécie. Tente sempre fazer uma mescla para evitar que uma surpresa faça da sua viagem um pesadelo. Vamos dar uma olhada como ficam as demais opções com o aumento do imposto:
Cartões de crédito - Voltam a ser interessantes, visto que já eram cobrados 6,38% de IOF. O cartão traz os benefícios do acúmulo de pontos, simplicidade no uso e controle de gastos discriminados na fatura. Alguns ainda têm serviços extras, como seguros de viagens incluídos. Além disso, costumam ter uma taxa de câmbio mais atrativa que as demais opções, o que pode reduzir os impactos da tributação. As desvantagens, além do IOF: você fica sujeito à variação cambial desde a compra à data do pagamento da fatura e não são aceitos em todos os lugares – dependendo do país para onde se vai isso é um grande problema. Às vezes os cartões dão problema com relação à senha, já que não há um padrão mundial (alguns bancos usam seis dígitos e outros apenas quatro).
Cartões pré-pagos de viagem - Reúnem todas as desvantagens dos cartões de crédito e nenhuma das vantagens, exceto fugir da variação cambial. Nem sempre, porém, isso é positivo, já que via de regra a taxa de câmbio desses cartões é bem ruim e sempre a há a possibilidade de queda do dólar. Há ainda inconvenientes para se recarregar o cartão estando no exterior e a impossibilidade de parcelar as compras. Com o novo IOF, essa opção perdeu todo o atrativo e é provável que os bancos e corretoras promovam mudanças para manter os cartões vivos. Da forma como estão, só são indicados para quem não quer ter surpresas com as flutuações do câmbio, mas não quer levar dinheiro em espécie.
Saque da conta corrente no exterior - Perdeu parte da vantagem com o novo IOF, pois além dele poderá ser cobrada taxa do seu banco e do ATM no exterior. Melhor ser usado como recurso de emergência ou para pequenas quantias para o fim da viagem, por exemplo, caso seu banco não cobre tarifa de saque.

6. Qual é a melhor alternativa?
Não existe uma melhor alternativa para todas as pessoas. Você precisa avaliar por exemplo se a praticidade do cartão de crédito ou do saque no exterior, vale mais que os 6% da diferença que você gastaria a mais se levasse dinheiro em espécie. Concentre a maioria das compras no meio que você achar mais interessante e tenha umas duas outras alternativas para usar como socorro.
Como dissemos, com as regras novas e tantas variáveis e possibilidades, não pretendemos esgotar o assunto, mas abrir um debate entre os leitores, por isso convidamos a todos a postar suas sugestões e soluções sobre o que pode ser feito para driblar o IOF.
Mas fazemos um pedido: vamos limitar os comentários a sugestões, opiniões e análises sobre formas de evitar o IOF e economizar levando dinheiro ao exterior. Comentários sobre a medida do governo federal podem ser feitos nesse outro post e serão deletados dessa matéria, bem como opiniões políticas.
É isso ai pessoal, hora de participar! Quais dessas soluções já usaram? Que outras opções já encontraram? Deixe seu comentário e participe!
Fonte: www.melhoresdestinos.com.br  

quarta-feira, 12 de março de 2014

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Onde o Caribe se parece com o Brasil ? por viajenaviagem.com


Playa del Carmen
[Playa del Carmen, México]
Texto publicado no excelente viajenaviagem.com por Ricardo Freire .
Muitos perguntam que praias do Caribe teriam a mesma natureza exuberante da costa brasileira – ou a animação dos nossos vilarejos de praia. Não é fácil.

No quesito natureza, as ilhas com mar azul-bebê cristalino costumam ser áridas. Dos destinos top entre nós, o único com coqueiral na praia é Punta Cana.
Punta Cana
[Playa Bávaro, Punta Cana]
Já o mais parecido com um vilarejo praiano brazuca é Playa del Carmenhttp://www.viajenaviagem.com/2013/04/onde-o-caribe-se-parece-com-o-brasil/, ao sul de Cancún – você se lembrará do Arraial d’Ajuda.
Playa del Carmen
[Playa del Carmen, México]
No mais, St. Maarten lembra Florianópolis na diversidade de praias e nos engarrafamentos.
Mullet Bay, St Maarten
[Mullet Bay, St. Maarten]
Sua vizinha St.-Barth é uma versão ultra-sofisticada de Búzios, que Bardot adoraria ter descoberto.
St.-Barth
[Shell Beach, St.-Barth]
Los Roques é uma Caraíva com mar de piscina natural.
Los Roques
[Laguna Rabusquí, Los Roques]
Cancún é uma Barra da Tijuca sem moradores, só com turistas…
Cancún
[Zona Hotelera de Cancún, km 8]
… e Palm Beach, em Aruba, sua miniatura, para curtir a pé.
Palm Beach, Aruba
[Palm Beach, Aruba]
Quer se surpreender? Dê uma chance a Curaçao, uma micro-Recife com prainhas que poderiam estar em Noronha.
Curaçao
[Grote Knip/Kenepa Grandi, Curaçao]


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Beach Clubs 3

Mamitas´s Beach Club


Mamitas´s é o clube de praia mais famoso da cidade graças a sua infra e as badaladas festas de música eletrônica e eventos de grande porte, além de ser a sede do Riviera Maya Jazz Festival.


O beach club oferece uma pequena piscina, restaurante, estacionamento, empréstimo de espreguiçadeiras, guarda-sóis, toalhas e lockers. É o lugar perfeito para quem gosta de praia com fervo. É frequentando por gente jovem e tem garçons super atenciosos loucos para te vender aquela garrafinha de champagne...rs  



Sempre rola DJ e normalmente está super cheio. Por isto, vá bem cedinho, aí pelas 10:00.

Como funciona: pague o aluguel da espreguiçadeira (3 dólares) ou cama (50 dólas na baixa temporada e consumação mínima de uma garrafa de qualquer destilado na alta temporada) e tenha acesso a todas as suas instalações. 




domingo, 9 de fevereiro de 2014

La Fe




Domingo é o dia oficial de ficar em casa e descansar...mas tem dia que não dá, né? rs...a gente fica louca querendo dar uma pinta na rua, ver gente, ouvir música...sei lá...bater cabelo...Então, descobri uma ótima opção. É um bar chamado La Fe. Fica na Quinta Avenida, é super movimentado, rola um rock and roll bacana e tem uma cervejinha mara a módicos pesitos...Tá sem grana para o belisquete? Prefere tomar mais um baygon? O bar oferece pipoquinha e salgadinhos de cortesia...adorei e recomendo. Terça as mulheres bebem de graça (drinques) e quinta tem Man´s Night (homens pagam 12 dólares e bebem à vontade).


sábado, 8 de fevereiro de 2014

Praia en Playacar Fase I



Esta foto dispensa qualquer legenda...Quer descansar e curtir a praia sem muvuca? Sem dúvidas, esta é a melhor opção dentro da cidade. Esta praia está localizada dentro do Playacar, o condomínio mais exclusivo de Playa. A entrada é liberada mas somente a pé. 

Dica: leve seu isoporzinho porque nesta praia não tem nenhum quiosque, bar ou ambulante. Se não tiver preparado nada para levar também não tem problema. Na entrada do condomínio tem uma loja de conveniência (Oxxo) que vende um isopor babado (5 dólares) e todos os tipo de bebidas e lanchinhos. 

Atenção: o importante é ser feliz e passar um dia incrível. Para isto, deixe esta ideia horrorosa de que isopor na praia é coisa de pobre. Coisa de pobre é ficar na praia escutando gritos dos vendedores, se esquivando da areia e pagando milhões por coisas que você não sabe de onde saíram ou como foram preparadas...#prontofalei 

Ah! Nem preciso falar do filtro solar biodegradável e da sacolinha para jogar seu lixo fora, né?